É uma alteração que dura algum tempo, sendo reversível, do funcionamento do cérebro, levando em conta que não existam sintomas de febre, de uso de drogas, ou de distúrbios do metabolismo do organismo como baixa ou diminuição do açúcar por exemplo.
Durante algum tempo, que podem ser de segundos a vários minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Se ficarem restritos, a crise será chamada parcial; se envolverem os dois lados do cérebro ou como corretamente se chamam os dois hemisférios cerebrais, receberá o nome de generalizada.
Uma crise com poucos sintomas chamada de parcial, não significa menor gravidade que uma crise generalizada.
Existem as crises de ausência, aquelas que as pessoas ficam "desligadas" por alguns instantes, voltando rapidamente a tarefa anterior, as vezes como nada tivesse acontecido. Nas crises ditas parciais simples, o paciente apresenta alterações de percepção, pode apresentar movimentos descontrolados de uma parte do corpo. Estes sintomas às vezes parecem simples “sentir um medo repentino”, “desconforto no estômago”, “ver as coisas em torno de si ou ouvir sons diferentes”. Quando isto anteriormente descrito se acompanha de perda dos sentidos, isto é, perda da consciência, receberá outro nome de Crise Parcial Complexa.
Após estes sintomas ou episódios, durante um período chamado pós-crítico, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Neste momento é sempre bom tranquiliza-la.
Nas Crises Tônico-Clônicas, “aquelas que cai e se debate”, o que ocorre primeiro é a perda da consciência e depois cai e inicia uma rigidez generalizada no corpo associando-se a contrações dos músculos em extremidades desconexamente.
Todas as crises tendem a parar por si só nos casos de epilepsia, as que duram mais de trinta minutos são as mais graves podendo levar a lesões cerebrais e em alguns casos a deixarem sequelas, isto é déficit de alguma função.

Causas

Pode-se às vezes realizar-se todos os estudos possíveis por parte da técnica médica e não se chegar a nenhuma causa aparente, sendo esta origem a maioria dos casos. As causas que se chegam à origem podem ter origem em ferimentos sofridos na cabeça, até os muito antigos. Lesões na hora do parto ou durante a gravidez, uso de bebidas alcoólicas e drogas, tumores e varias outras doenças neurológicas e gerais podem ser a causa do início da epilepsia.

Diagnóstico

A história Clinica e familiar do paciente, o eletroencefalograma, os estudos de tomografias e ressonâncias do crânio, Chamadas de neuro-imagens”. As testemunhas das crises são muito importantes, pois na maioria das vezes o paciente não se recorda do episódio. O importante é que exames todos normais e ausência de história familiar não excluem a Epilepsia.

DEVEMOS LEMBRAR SEMPRE QUE OS EXAMES SÃO PARA TIRAR AS DÚVIDAS DO MÉDICO E NÃO DO PACIENTE, QUEM TIRA AS DO PACIENTE É O MÉDICO, SE AS DÚVIDAS NÃO FOREM RETIRADAS PROCURA-SE OUTRO MÉDICO. O VIZINHO OU O PARENTE NÃO TEM CAPACIDADE OU EXPERIÊNCIA PARA FAZER DIAGNÓSTICO.

Cura

Como regra geral se durante anos de tratamento não se tiver mais crises poderá ser considerada a cura, sendo decisão médica. As crises da primeira infância que para por anos com tratamento geralmente apresentam maior percentagem de cura, as que começam na idade adolescente ou adulta na maioria das vezes necessitam de tratamento por toda a vida. Não são regras são observações técnicas pessoais. Hoje existem várias substâncias bem mais toleradas que anteriormente e com menor número de lesões secundárias existentes. As antigas substâncias como o famoso Gardenal (fenobarbital) e outras, ainda são eficazes e tem sua indicação importante me muitos casos. Dietas ricas em tipos de lipídios, utilizada em crianças e até o tratamento cirúrgico são exceções a regra e de indicação específica pelos médicos. O que é sempre importante é nunca ingerir bebidas alcoólicas, energéticos e evitar a vida estressada.

Orientação nas crises

A “baba” salivação, não transmite epilepsia, é apenas o efeito da contração descontrolada das glândulas salivares. A língua não deve ser desenrolada, não é motivo de óbito em crises convulsivas, deve-se sim evitar que o bater dos dentes possam causar lesões na língua, colocando-se um objeto macio entre os dentes que não impeça a respiração e nunca seu dedo. O que causa maior número de lesões nas crises é o acidente de transito ao ter-se uma crise e estar dirigindo um veículo, ou operando uma máquina, estar em uma escada, em local alto sem proteção, ou atravessando uma rua. Ao ver uma pessoa tendo uma crise ela deve ser colocada em um local onde não se machuque e esteja confortável. A procura por serviço médico é importante sempre e deve ser realizada, quando não se tem ainda o diagnóstico de epilepsia, não se conhece a pessoa e seu histórico de crises, pois acidentes vasculares cerebrais, tipo infartos, hemorragias, aneurismas intracranianos e outros problemas podem aparecer como primeiro sintoma a crise convulsiva que é o sintoma da Epilepsia.

O transtorno do déficit de atenção associado à hiperatividade (TDAH) não apresenta um sintoma e sim uma forma de comportamento, é o distúrbio neuropsiquiátrico mais comum na infância e hoje temos como a doença crônica mais comum entre os escolares, chegando até a 6% das crianças, levando a preocupação nos países em que os governos preocupam-se com a evolução do seu povo a tornar-se prioridade nas avaliações e tratamentos. 

É uma condição genético-neurológica que pode levar ao insucesso escolar como a dislexia (transtorno da leitura e escrita). A TDAH impede a entrada dos conhecimentos e a dislexia impede a leitura correta, a escrita e, portanto a comunicação geral.

Como se descobre

Em avaliações psicopedagógicas nas escolas após evidenciar-se dificuldade escolar do aluno, e finalmente no envio para o médico neurologista, que deverá diagnosticar e propor o tratamento.

Como se diagnostica

É necessária avaliação multidisciplinar com as observações da Professora, da Orientadora educacional, dos Pais e familiares, da Psicóloga e por fim do médico neurologista para emitir o tratamento associado aos outros profissionais. 
Os exames complementares além dos testes psicológicos serão sempre a critério do médico, mas a história pessoal, familiar e de doenças do paciente, e a avaliação dos outros profissionais são fundamentais para o diagnóstico. Poderemos ter até exames como eletroencefalograma, exames de imagens do cérebro e exames de sangue normais não excluindo a doença.

DEVEMOS LEMBRAR SEMPRE QUE OS EXAMES SÃO PARA TIRAR AS DÚVIDAS DO MÉDICO E NÃO DO PACIENTE, QUEM TIRA AS DO PACIENTE É O MÉDICO, SE AS DÚVIDAS NÃO FOREM RETIRADAS PROCURA-SE OUTRO MÉDICO. O VIZINHO OU O PARENTE NÃO TEM CAPACIDADE OU EXPERIÊNCIA PARA FAZER DIAGNÓSTICO.

Como se trata

O tratamento psicológico envolvendo Paciente, Pais, conhecimento pelos Professores do fato, tratamento de apoio psicológico e medicamentos que envolverão uma série de possibilidades que preferimos não apresentar para não confundir o leitor. 

É muito comum escutarmos mães, pessoas mais velhas e até médicos falando que o problema, ou já teve, ou tem disritmia. Na realidade disritmia é apenas alteração do ritmo normal em um traçado do eletroencefalograma, ou até de um eletrocardiograma.

Não se constitui em doença ou como os médicos preferem falar de patologia.
A explicação mais aceita para a palavra ser considerada uma doença pelo público em geral e até por médicos está na substituição da frase “Seu filho está com epilepsia” pela, “seu filho tem disritmia”. 
Nem sempre que tem alterações no Eletroencefalograma tem epilepsia, e quem tem eletroencefalograma perfeitamente normal poderá ter epilepsia.

DEVEMOS LEMBRAR SEMPRE QUE OS EXAMES SÃO PARA TIRAR AS DÚVIDAS DO MÉDICO E NÃO DO PACIENTE, QUEM TIRA AS DO PACIENTE É O MÉDICO, SE AS DÚVIDAS NÃO FOREM RETIRADAS PROCURA-SE OUTRO MÉDICO. O VIZINHO OU O PARENTE NÃO TEM CAPACIDADE OU EXPERIÊNCIA PARA FAZER DIAGNÓSTICO.

A Cefaleia, ou “dor de cabeça”, é muito frequente, procura-se muito o atendimento médico por este motivo. Ela pode acontecer isoladamente ou como sintoma desde quadros graves de lesões intracranianas, faciais e até em problemas cardíacos, por pressão alta e até emocionais. Avalia-se que 90% da população já teve um episódio sendo poucos os que procuram o atendimento médico especializado de um Médico Neurologista, entregando sua saúde a chás, receitas familiares ou por achar que comeu algo que não lhe fez bem, escondendo debaixo deste posicionamento comum ao brasileiro muitas das causas curáveis de doenças as vezes graves em sua fase inicial.

Quais as possíveis causas?

As cefaleias podem ser primárias, isto é não apresentam causa definida, serem hereditárias ou cefaleias secundárias, que tem uma causa definida. As de causa assim definidas citamos as de início agudo, como as provocadas pela hipertensão arterial, as provocadas por sangramento agudo dentro do cérebro, aneurismas e hemorragias sub aracnoides (sangramento entre a membranas aracnoides e o próprio cérebro), as infecciosas como na meningite (infecções das meninges, aracnoide, pia-máter e dura-máter) e nas encefalites (infecções do próprio cérebro). As agudas ainda podem ocorrer por procedimentos neurológicos e anestésicos quando se utilizam a punção lombar (punção na coluna) com ou sem retirada de liquor (líquido que circula em torno do cérebro e medula), ou ainda até por manobras simples que comprimam o abdômen, nas relações sexuais, pois assim aumentam a pressão dentro do sistema de movimentação do liquor, As cefaleias subagudas são comuns nos tumores cerebrais, nas lesões inflamatórias sistêmicas e do tecido conjuntivo, dos hematomas intracranianos agudos sub agudos e crônicos, dos abcessos cerebrais, nas neuralgias dos nervos trigêmeos e glossofaríngeo e na hipertensão arterial comum, e nas infecções pelo vírus da herpes. As cefaleias crônicas são mais comuns nos episódios de enxaquecas, e nas neuralgias dos nervos cranianos.

O Diagnóstico:

O diagnóstico é médico, faz-se colhendo a história clínica dirigida, sendo que a maioria não necessitam de exames complementares. O Eletroencefalograma no diagnóstico sendo útil apenas quando se pesquisa Epilepsia e não as cefaleias, a Ressonância Nuclear Magnética, a Tomografia Computadorizada, o exame do liquor, o exame da coluna cervical por imagem não substituem nunca a história dirigida e o exame neurológico.

DEVEMOS LEMBRAR SEMPRE QUE OS EXAMES SÃO PARA TIRAR AS DÚVIDAS DO MÉDICO E NÃO DO PACIENTE, QUEM TIRA AS DO PACIENTE É O MÉDICO, SE AS DÚVIDAS NÃO FOREM RETIRADAS PROCURA-SE OUTRO MÉDICO. O VIZINHO OU O PARENTE NÃO TEM CAPACIDADE OU EXPERIÊNCIA PARA FAZER DIAGNÓSTICO.

Tratamento:

Em 65% dos casos utiliza-se antidepressivos tricíclicos, cefaleias se resolvem desta forma, as outras dependerão do diagnóstico e me furto a não passar os produtos específicos pois a automedicação sem uma avaliação direta e objetiva é um dos maiores problemas nesta patologia.

As lesões dos nervos que provocam na maioria dos Casos, dormências, sensações de fraqueza, “Parestesias” Correspondem à destruição dos nervos e as redes de nervos pela Diabetes, precipitando ao acontecimento da doença chamada Neuropatia Diabética.

Para seu entendimento a bainha dos nervos sofre lesão por falta de nutrição, em seguida o próprio nervo, o diabetes é uma doença que provoca o excesso de açúcar no sangue sem o veículo que leva para as células, principalmente as nervosas este alimento, esta substância é a insulina.

Existe tratamento específico e consegue-se na maioria das vezes solucionar este sintoma com medicação neurológica.

Importante ao mesmo tempo é o tratamento do diabetes, caso ele não seja realizado, com perfeição, isto é com controle da glicemia e correta aplicação dos medicamentos para tal e dieta específica, nenhum resultado será obtido. Lembrar sempre que a hipoglicemia, isto é o açúcar muito baixo é prejudicial, podendo a levar não aos nervos e sim ao cérebro lesões as vezes definitivas, principalmente na terceira idade.

Para melhor compreendimento problema veja o Item 38.

Todos os valores de Pressão arterial de máxima acima de 120mmhg e mínima acima de 85mmhg é considerado hipertensão arterial Esta pressão constante aumentada levará exatamente como num cano sob pressão elevada a sua ruptura um dia.

Nas nossas artérias que levam sangue para todo o corpo acontece da mesma forma, só que no nosso caso existem três camadas em cada artéria, uma chamada endotélio, outra chamada tecido muscular liso, por isso as artérias podem se expandir e retornar ao tamanho normal e uma camada mais externa chamada de tecido conjuntivo.

Nossas Veias tem a mesma configuração mas com válvulas internas, de espaço e espaço na maioria delas segurando o sangue para não retornar, já que a maioria trabalha contra a força da gravidade. Os capilares são os vasos muitos pequenos chegando a serem microscópicos com a camada única endotelial e as outras imperceptíveis.

Imaginem que todos estes vasos são formados por células que requerem alimentação e portanto tem seus vasos microscópicos alimentando eles.

Uma figura com os 3 Vasos sanguíneos para entendimento:

 

Piorando esta vasta canalização em nosso corpo existe a formação de placas de colesterol que se aderem a parede interna ou a endotélio vascular, formando obstrução ou em outras horas aumentando a velocidade do fluxo e portanto aumentando o risco de rupturas.

Agora um vaso com placa de colesterol:

Estas placas podem ter ações múltiplas, aumentar o fluxo, serem deslocadas e obstruírem as artérias menores, reterem sangue e formando trombos que podem também se deslocar e obstruírem as artérias menores, ocasionarem a lesões rígidas e ocasionarem ruptura local por enfraquecimento da parte interna das artérias e ainda causarem fechamento das artérias.

A circulação cerebral é composta de artérias e veias, como em qualquer órgão. As artérias são as carótidas e as vertebrais.

Mais uma figura:

Portanto nosso cérebro pode sofrer problemas graves pela hipertensão, pela simples ruptura de artérias pequenas por não aguentarem a pressão, causando hemorragias, pela obstrução de artérias por trombos ou por placas em deslocamento ou locais levando a lesões graves quando por entupimento ou trombos aos acidentes vasculares cerebrais isquêmicos ou quando por ruptura aos acidentes vasculares cerebrais hemorrágicos.

Se nós sentimos, dificuldade de andar, vista borrada, fala arrastada, tempo de resposta aos estímulos retardada, perda da memória quando estamos sob efeito do álcool, é ÓBVIO QUE O ALCOOL AFETA GRAVEMENTE O CÉREBRO.

Fatores que aumentam a gravidade;

1 – Idade de início de uso do álcool 
2 – Tempo que usa o álcool 
3 – Quantidade de álcool consumida por vez de uso. 
4 - Nível de educação 
5 – Gênero Sexual 
6 – História familiar de alcoolismo. 
7 – Risco de exposição pré-natal ao alcoolismo. 
8 – Condições de saúde do paciente. 
9 – Diabetes. 
10 – Epilepsia. 
11 – Já existência de transtorno amnésico alcoólico. Quanto mais se usa o álcool menos fome se tem, ele é energia pura e aumenta o risco de lesões paralelas.

A quantidade é fundamental para a gravidade e tempo de utilização é pode levar a lesões definitivas. 

Geralmente se considera o alcoólatra que não consegue viver sem o álcool, mesmo que seja em pequena quantidade. A mulher parece estatisticamente ser mais suscetível ao alcoolismo que o homem.

A doença que mais se pronuncia é a chamada Síndrome de Wernick Korsakoff. Geralmente a lesão cerebral é explicada pela doença hepática severa que ele provoca com deficiência da tiamina, ou Vitamina B1, que é fundamental para os tecidos principalmente o tecido nervoso.

Síndrome de Wernick é a confusão mental mantida, paralisia dos nervos periféricos e centrais, impedindo a movimentação dos olhos e incoordenação motora. Esta é a Polineurite alcoólica.

Síndrome de Korsakoff é a perda da memória anteróloga e retrógrada, fatos futuros e passados. Com o tratamento devido e a abstinência completa do álcool, no período de um a dois anos teremos remissão dos sintomas.

A imagem abaixo demonstra estudos recentes sobre o assunto, explicando porque uns são mais propensos ao uso de álcool que os outros..

Lembrar sempre que as amizades erradas levam a coisas erradas, a necessidade “do jovem aparecer” ou sentir-se entrosado no seu meio social leva ao alcoolismo. 
Alcoolismo é no meu modo de avaliar a maior droga e mais grave de nossa sociedade no momento.

Como todo nome de doença terminado com o sufixo “ITE”, seu significado é sempre infecção, que pode ter um agente causador como bactéria, vírus, cogumelo, qualquer microrganismo, ou até sem eles como nas lesões existente por substâncias químicas ou por tipo de alergias.

Esta infecção é das Meninges, membranas que envolvem o cérebro e todo o sistema nervoso, vindo até o final da coluna. As meninges são três; Duramater mais externa, a Piamater e a aracnoide. Elas protegem com muita eficiência o Sistema nervoso e mantém o Liquor, líquido que é produzido dentro do cérebro e envolve o próprio e todo o sistema vindo até o final da coluna. Dificilmente temos uma infecção destas membranas mas quando ocorre é muito sério e grave.

A mais graves delas é a provocada pela Neisseria Meningites levando a conhecida meningite meningocócica que pode começar como uma simples sintoma de gripe e levar ao óbito em até 24 ou 48 horas. São casos de saúde pública porque podem ser transmitidas e causar expansão e vários casos em pouco tempo.

Existe vacina a partir dos 2 meses de idade para esta mais grave, mas existem vários tipos de Meningites Meningocócicas e vários sub grupos e atingem cada região do Brasil diferenciadamente. As meningites por vírus raramente são fatais, mas podem deixar sequelas.

O Traumatismo Crânio Encefálico é uma das causa mais importantes em termos de mortalidade na medicina e tem em sua classificação

Quanto à forma;

1 – Fechado, quando a lesão é só no cérebro sem lesão no crânio.

2 – Aberto com fratura.

3 – Aberto com fratura e Afundamento de crânio.

 

Quanto ao Tipo;

1 – Por projétil de arma de fogo.

2 – Quanto ao objeto que se move para o trauma o Crânio

3 – Quanto ao objeto que se move para o trauma o Crânio está fixa 

4 – Quanto ao objeto que se move para o trauma o Crânio está sem fixação

 

Estes dados são importantíssimos para avaliar a gravidade e a indicação cirúrgica.

 

As lesões mais importantes são;

Edema Cerebral

Afundamento de crânio com compressão cerebral.

Hematoma extra dural.

Hematoma sub dural.

Hematoma intraparenquimatoso.

Perda de Massa encefálica.

O edema cerebral pode não ser cirúrgico e os outros sempre deverá haver intervenção do Neurocirurgião para cura da lesão.

Quanto maior o tempo entre a intervenção cirúrgica e a data do trauma melhor será o prognóstico. Este exemplo estão nos hematomas sub durais que podem ser operados após evoluírem até três meses após o acidente.

O que melhor mede a gravidade não são as paralisias ou as lesões e o nível de consciência do paciente, quanto melhor o nível de consciência melhor o prognóstico.

A depressão é um distúrbio afetivo que sempre existiu na história da humanidade.

É a presença de tristeza, pessimismo, e principalmente a baixa da autoestima, todas juntas ou mais um destes sintomas que outro Causas; A depressão é uma doença que necessariamente tem que ser tratada, é quimicamente a diminuição de alguns neurotransmissores, substancias químicas que são produzidas dentro do nosso cérebro e servem de comunicação entre os neurônios. As principais são a serotonina, a noradrenalia e a dopamina.

Lembrem-se todos que antigamente era muito comum as mulheres vestirem-se de preto, com seus véus e rezarem todos os dias, sem nenhuma conotação religiosa, hoje este número diminuiu, já que existem medicamentos para reduzir seus sofrimento e até levar a sua cura, diminuindo o consumo pelo cérebro da receptação destas substâncias, principalmente da serotonina. Nunca confundam depressão com tristeza por um fato ocorrido, é sempre bom procurar um procurar um profissional para discutir o sintoma.

 

O Autismo é um termo geral usado para descrever um grupo de transtornos de desenvolvimento do cérebro, conhecido como “Transtornos do Espectro Autista” (TEA). 

O TEA são as manifestações que afetam o funcionamento social, a capacidade de comunicação, comportamento existido sempre um grau de deficiência intelectual. 

O TEA é constituído;

- Autismo

- Síndrome de Asperger

- Déficit de desenvolvimento

Eles são os transtornos Globais de desenvolvimento ou (TGD).

Podem ser integrados ao grupo a Síndrome de Rett e o Transtorno Desintegrativo.

O Grupo chamado (TEA) apresentam dificuldade de se integrar a vida social, apresenta a comunicação não verbal. 

Estes sintomas permanecem por toda a vida. Se o paciente for muito afetado, já que existem vários graus, pode ter que ter terceiros para cuidar da sua sobrevivência nos mínimos detalhes.

A descoberta precoce pode ajudar muito na evolução.

Não existe nenhum exame que apresente como teste definitivo o diagnóstico de autismo. O diagnóstico se baseia na história e na observação. Existem testes psicológicos e educacionais, mas a observação é o mais importante para o diagnóstico.

Hoje se consegue ver sinais de autismo em crianças antes do 1 ano de vida.

Diferença entre “Síndrome de Asperger” e autismo.

É o mesmo quadro do autismo, mas não apresenta dificuldade na palavra falada ou na percepção da mesma.

É característico o desajeitamento motor, determinados interesses que lhe ocupam toda a atenção, tendência a falar sobre o que querem, sem se dar conta do interesse do outro.

O autismo não é um transtorno que deriva de uma só causa. Na verdade, esta condição engloba um grupo de transtornos relacionados, com diferentes causas.

Risco Ambiental – Ligação genética – nestes dois fatores é que correm as pesquisas no momento.

Seu tratamento:

Envolve a família e a criança e profissionais, o programa de atuação vai depender de cada criança, não existe um autista igual ao outro e cada fase de desenvolvimento trás mudança na avaliação e tratamento.

 

O Mongolismo também chamado de “Síndrome de Down” é a doença mais comum nos partos de mulheres acima dos 40 anos.
Pode-se fazer o diagnóstico antes do nascimento, com amostras do líquido que envolve a criança, o líquido amniótico.
Caracteriza-se por um atraso mental que é congênito e se acompanha de alterações morfológicas características.
Todos que tem Mongolismo apresentam um terceiro exemplar no cromossomo n°21, no núcleo de suas células, apresentando as características faciais dos Mongóis, sobretudo no que tange as pálpebras. 
Apresenta, portanto 47 Cromossomos um a mais que o da espécie humana que são 46.

                                                                       Cariotipo

CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS.

Cabeça pequena e achatada para trás, nariz curto e de base larga, prega cutânea vertical que liga as duas pálpebras, no canto interno do olho, fendas palpebrais inclinadas para fora e para cima, boca pequena, ficando, portanto a língua saliente. Pode apresentar acentuada hipotonia muscular. Podem ocorrer alterações ósseas e cardíacas levando em percentagem pequena algumas delas não passarem do primeiro ano de vida.

ATRASO MENTAL

O atraso mental tem vários níveis mas sempre é acentuado, poderá com cuidados especiais atingir ao seu cuidado pessoal e fazer tarefas produtivas.
Uma das características importantes é ser dócil e extremamente carinhosa.

OCORRENCIA

Um caso para cada 800 nascimentos, cresce exponencialmente quando as mães têm mais de 40 anos.

Eu pessoalmente por trabalhar em APAES, considero joias raras são as crianças mais carinhosas do mundo e sempre estão alegres e sorriem, beijam sempre quando chego, abraçam, são a pureza em forma de ser humano, quem dera que os serem humanos de 46 cromossomas tivessem o amor, carinho e a sociabilidade de um Mongol.

 

São as lesões ou danos que ocorrem nos nervos periféricos, a vasta rede de nervos que trazem os comandos e levam as sensações entre todo o nosso corpo e o nosso cérebro.

A lesão ou interrupção nesta rede por lesão destes nervos chama-se Neuropatia ou Polineuropatia quando se envolvem poucos um grupo grande deles respectivamente. Cada nervo tem uma função especializada, dependendo que qual esteja lesado ou de qual grupo esteja lesado poderemos ter sensações de dormência, pontadas, dores, queimação, fraqueza muscular, podem ser diurnas e inclusive noturnas, mais comuns.

Alguns casos alterações endócrinas da função sexual, da excreção de fezes e urina ou retenção dos mesmos. 
Chegamos até ater alterações da sudorese, alterações digestivas, respiratórias e de órgãos internos. Elas podem existir de forma súbita, de forma progressiva ou em surtos episódicos, deixando sequelas ou não. 
Podem começar pela periferia dedos, depois mãos, até atingir todo o membro, esta forma, por exemplo, ocorre na Polineurite Diabética. 
Podemos ainda dividi-las em três tipos dependendo dos nervos atingidos, a Neuropatia Motora, a Neuropatia Sensitiva, a neuropatia Sensitivo Motora, também chamada de Autonômica, facilitando com esta divisão a classificação dos nervos e locais atingidos.

Causas das Neuropatias Periféricas:

As mais comuns são a Diabetes e o Álcool. 

O Diabetes leva a neuropatia mais comum, lesando os nervos mais longos, como os dos membros inferiores e os dos braços. Outras causas são a exposição aos agentes tóxicos como mercúrio, arsênico e chumbo, lesões vasculares, deficiências vitamínicas, doenças renais, excesso de produção do hormônio do crescimento. Doenças do tecido conjuntivo e as inflamações crônicas, neurofibromatose (doença genética que causa tumores benignos nos nervos periféricos), neuromas (tumores do tecido nervoso), o vírus da Herpez causando o Herpez Zoster, a mononucleose infecciosa, a AIDS.

Diagnóstico:

Vários exames estão envolvidos, existem nervos em todos os lugares do corpo, o mais comum além da avaliação completa em exames de sangue, a história dos sintomas e lesões são fundamentais para a conclusão diagnóstica é a eletroneuromiografia. Exames de imagens como a Ressonância Nuclear Magnética, a tomografia computadorizada, estudo do líquido cefalorraquidiano e até mesmo a biopsia muscular e dos nervos periféricos podem ser necessários, mas não se esqueçam, “que os exames são para tirar a dúvida do médico e não do paciente, quem tira a dúvida do paciente é o médico, não vá ao médico para pedir exames, vá ao médico para consulta”

Tratamento:

Este é bastante complexo de ser descrito vamos nos furtar a não descrever pois são tratados causas e efeitos, que podem ser múltiplos de múltiplos lugres e de múltiplas causas.


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